Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio invera foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /var/www/wordpress/wp-includes/functions.php on line 6114

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/wordpress/wp-includes/functions.php:6114) in /var/www/wordpress/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
A&B – Observatório FIEPA https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net Tue, 10 Mar 2026 11:49:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 Inscrições abertas para a Amazon Trade, rodada internacional de negócios do setor de alimentos e bebidas https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/09/03/inscricoes-abertas-para-a-amazon-trade-rodada-internacional-de-negocios-do-setor-de-alimentos-e-bebidas/ Tue, 03 Sep 2024 18:08:18 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13353

Preparação para a COP30, evento será realizado em Belém, com abrangência em todo o território nacional

De 08 a 10 de outubro, Belém sediará a Amazon Trade, uma rodada internacional de negócios híbrida que vai conectar empresários de até 60 empresas brasileiras da indústria de Alimentos e Bebidas (A&B) derivados da bioeconomia amazônica e brasileira a até 12 compradores internacionais. Realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA/CIN), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o evento tem o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a colaboração de 16 Federações de Indústrias do país. Além da rodada, a iniciativa prevê visitação in loco a indústrias locais. As inscrições já estão abertas, com vagas limitadas e podem ser feitas pelo link: https://bit.ly/AMAZONTRADE. Informações pelo e-mail secretaria.cin@fiepa.org.br, ou pelo telefone (91) 4009 – 4996.

A Amazon Trade é direcionada a empresas do setor de A&B derivados da bioeconomia amazônica e brasileira que já exportam ou que desejam se inserir no mercado internacional. Após o cadastro, as empresas passarão por uma avaliação de perfil de acordo com os requisitos exigidos nessa modalidade de negócios. A rodada será no formato híbrido, com um dia de negociações presenciais durante a Feira SuperNorte, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, e dois dias por meio da plataforma on-line Connect Americas, do BID, com encontros de até 30 minutos. Para orientar sobre o funcionamento da rodada, a FIEPA/CIN promoverá antes do evento webinars para as empresas participantes.

De acordo com o Centro Internacional de Negócios da FIEPA, o setor de alimentos e bebidas paraense exportou US$ 2,9 bilhões em 2023. Entre os principais destaques estão a soja, a carne e o milho, que tiveram como principais destinos a China, Espanha, Rússia e Estados Unidos. O setor de A&B representa aproximadamente 13% de tudo que é exportado pelo Estado.

Dados da Associação Brasileira do setor (Abia) mostram que o Brasil é o maior exportador de alimentos industrializados do mundo em volume e o 5º em valor. A indústria de Alimentos e Bebidas gera quase 2 milhões de empregos diretos e formais no país, sendo responsável por 10,8% do PIB nacional. Em 2023, o país registrou US$ 62 bilhões em exportação, com destaques para os sucos de laranja, açúcar, carne bovina, carne de aves, café solúvel e óleo de soja.

Segundo a coordenadora executiva do Centro Internacional de Negócios do Pará da FIEPA, Cassandra Lobato, o objetivo é fortalecer a indústria da bioeconomia brasileira. “Com esse projeto, que também inclui visitas in loco a indústrias paraenses, nós queremos dar ainda mais visibilidade aos nossos produtos no mercado internacional e maximizar seu desempenho durante as rodadas de negócios. Servirá também como um exercício importante para a COP 30, que acontecerá no próximo ano, em Belém, permitindo que os empresários desenvolvam habilidades essenciais em negociações internacionais, networking e estratégias de mercado global para a exportação de produtos que possuem origem e identidade geográfica dos biomas brasileiros, em especial da Amazônia”, afirma Lobato.

Amazon Trade – Rodada Internacional de Negócios de Alimentos e Bebidas

Data: 08 a 10 de outubro

Local: Feira SuperNorte, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia

Inscrições online: https://bit.ly/AMAZONTRADE

Informações: secretaria.cin@fiepa.org.br | (91) 4009 – 4996

]]>
Pará exportou US$ 10,7 bilhões nos primeiros seis meses de 2024 https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/07/15/para-exportou-us-107-bilhoes-nos-primeiros-seis-meses-de-2024/ Mon, 15 Jul 2024 12:03:00 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13485

Estado foi o líder em exportações na Região Norte no primeiro semestre. Variação na exportação nacional cresceu 3,08% em comparação ao mesmo período de 2023

O Pará encerrou o primeiro semestre deste ano com um acumulado de US$ 10.754.043.353 bilhões em exportações provenientes de 981 produtos, crescimento de 45% em relação ao desempenho no mesmo período do ano passado. A quantidade de produtos exportados, no entanto, apresentou uma variação negativa de -95% em comparação com o mesmo período de 2023. Os dados são do Ministério da Economia, analisados e divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA/CIN).

No contexto da Região Norte, onde as exportações no período foram de US$ 14.540.245.219 bilhões (+141% em comparação com 2023), o Estado permaneceu como o principal exportador, contribuindo com 64,2% do total.

No comparativo com os demais estados da Amazônia Legal, o Pará ocupou a segunda posição nas exportações, atrás apenas do Mato Grosso. Já no ranking nacional, a participação nas exportações passou de 6,2% para 6,4%, crescimento que manteve o estado como o sexto maior exportador nacional.

Os resultados observados no primeiro semestre mostram ainda um saldo de US$ 9.855.394.614 bilhões, valor que manteve o Pará na terceira colocação no país, atrás de Mato Grosso e Minas Gerais.

Clique aqui para acesso à íntegra dos resultados da Balança Comercial do Pará – janeiro a junho de 2024

Setores – O setor mineral manteve-se como carro-chefe da Balança Comercial do Estado, respondendo por 81,71% das exportações paraenses. Foram 143.265.561 toneladas (t) que resultaram em um valor de US$ 8.787.614.279 bilhões no período, com destaque para o minério de ferro bruto, minério de cobre, alumina calcinada e alumínio não ligado e derivados.

A análise da FIEPA/CIN destaca também a geração de uma receita de exportação de US$ 245.937.170 milhões referente a produtos tradicionais, que levaram a uma variação positiva de 39,1% em comparação com o mesmo período no ano anterior, liderados por sucos de frutas, madeira e pimenta “piper”, que juntos representaram US$ 207.113.995.

Entre os produtos não convencionais, o destaque foi para as carnes bovinas e soja, que totalizaram US$ 1.405.750.684 bilhão dos US$ 1.651.810.476 bilhão exportados no setor de produtos não tradicionais, o que, na avaliação da FIEPA/CIN, ressalta a robustez das exportações paraenses desses produtos em destaque.

Municípios – Quanto à distribuição geográfica das exportações, o interior do Pará permanece na dianteira, representando 84% do total, enquanto a região metropolitana contribuiu com 16%, o que significa um total de US$ 1.753.949.321 bilhão.

Na avaliação geral dos municípios do Pará, a capital Belém ocupa o 10º lugar no ranking das exportações, com US$ 106.575.201 milhões no período.

Entre as cidades paraenses que se destacaram nas exportações, Canaã dos Carajás manteve-se na liderança, com um total de US$ 3.262.983.458 bilhões, seguido de Parauapebas, com exportações no valor de US$ 2.800.912.050 bilhões, principalmente de minérios de ferro e cobre.

Veja abaixo a lista dos dez municípios paraenses com maior destaque nas exportações do primeiro semestre de 2024:

  • 1. Canaã dos Carajás: US$ 3.262.983.458 bilhões
  • 2. Parauapebas: US$ 2.800.912.050 bilhões
  • 3. Barcarena: US$ 1.433.096.610 bilhão
  • 4. Marabá: US$ 1.167.532.524 bilhão
  • 5. Redenção: US$ 554.430.171 milhões
  • 6. Paragominas: US$ 534.493.916 milhões
  • 7. Curionópolis: US$ 228.944.990 milhões
  • 8. Santarém: US$ 177.466.130 milhões
  • 9. Castanhal: US$ 121.281.920 milhões
  • 10. Belém: US$ 106.575.201 milhões

Mercados – A coordenadora da FIEPA/CIN, *Cassandra Lobato*, explica que o Pará tem se mostrado atrativo para os países asiáticos como China, Malásia e Japão. Segundo ela, esses países importaram pouco mais de US$ 6 bilhões em produtos do estado, com destaque para os minérios de ferro.

Ao observar os blocos econômicos, constata-se que a Ásia registrou uma variação de 94,5% durante o período analisado, mantendo sua posição como principal destino das exportações, com mais de 60% de participação. Em segundo lugar está a União Europeia, que no mês de junho importou US$ 1.745.731.177 bilhões, registrando uma participação de 16,23%.

Os Países Baixos (Holanda) e Alemanha destacam-se como os principais compradores, importando US$ 372.262.517 milhões e US$ 324.163.106 milhões, respectivamente. A América do Norte contribuiu com 7,82% das exportações, com os Estados Unidos se destacando como os maiores importadores dentro do subcontinente, com um valor total de cerca de US$ 397.672.796 milhões.

Portos – Na avaliação do volume exportado pelos portos da região, o Porto de São Luís (MA) permanece como o principal ponto de exportação do Pará, registrando um montante de US$ 7.590.060.045 bilhões, tendo o minério de ferro e o cobre como principais cargas. Já o Porto de Belém manteve-se em segundo lugar, com US$ 2.560.566.128 milhões, exportando principalmente alumina calcinada, mas com uma queda de -12,99% nas toneladas desse produto em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Segundo semestre – A coordenadora da FIEPA/CIN, *Cassandra Lobato*, avalia a expectativa para as exportações no segundo semestre de 2024. “É no segundo semestre que se inicia a safra do açaí e isso com certeza já significa um aumento no volume exportado do estado do Pará. Além disso, também no segundo semestre começa o ciclo de corte da madeira, um produto tradicional. São dois produtos que monitoramos e percebemos que contribuem bastante para a Balança Comercial”, destaca.

“Há ainda produtos que a gente chama de ‘não tradicionais’, como a carne bovina e a soja, que também vêm contribuindo muito com a Balança Comercial, tanto na diversificação da pauta quanto com a consolidação de um comprador que até então era muito tradicional dos minérios, que é a China”, completa.

Cassandra assinala ainda a atuação da agroindústria, com destaque para a cadeia da carne nas exportações do Pará para o mercado asiático. “Nós observamos a agroindústria muito forte dentro do processo de internacionalização, que contribui muito para a diversificação da pauta. Um desses produtos que mencionei, a carne, recebe o beneficiamento – o que aumenta o seu valor agregado. Há também o esforço da cadeia da carne no estado para que esteja de acordo com as normas sanitárias de modo a atender o mercado asiático”, conclui.

Importações paraenses apresentaram queda de quase 20%

Em relação às importações, o Pará recebeu cerca de US$ 898.648.739 milhões em produtos importados, totalizando 2.085.312 milhões de toneladas, uma redução de -19,88% em relação ao ano anterior. A análise da FIEPA/CIN destaca que esses produtos têm origem majoritariamente “das três principais potências comerciais: os Estados Unidos, a Rússia e a China, que têm sido os principais fornecedores do Pará.”

Na avaliação referente à Região Norte, o estado do Amazonas foi o principal importador, contribuindo com US$ 8.008.926.433 bilhões dos US$ 10.081.565.064 bilhões importados pela região, o que, segundo a FIEPA/CIN, pode ser explicado em grande parte pela presença das empresas montadoras localizadas na Zona Franca de Manaus.

O Pará permanece em segundo lugar na região, importando um total de US$ 898.648.739 milhões, com uma variação negativa de -19,88%. Entre os principais produtos importados no estado estão produtos químicos como hidróxido de sódio, cloretos de potássio e ureia, utilizados em diversos processos para a agroindústria.

]]>