Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio invera foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /var/www/wordpress/wp-includes/functions.php on line 6114

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/wordpress/wp-includes/functions.php:6114) in /var/www/wordpress/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
crescimento industrial – Observatório FIEPA https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net Fri, 13 Mar 2026 11:56:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 Indústria mantém protagonismo no mercado de trabalho paraense, mesmo com retração sazonal em janeiro https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2026/03/13/industria-mantem-protagonismo-no-mercado-de-trabalho-paraense-mesmo-com-retracao-sazonal-em-janeiro/ Fri, 13 Mar 2026 11:55:09 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=14500
O mercado de trabalho formal no Pará iniciou 2026 com leve retração na geração de empregos. Em janeiro, o estado registrou saldo negativo de 591 vagas formais, resultado de 11.624 admissões e 12.215 desligamentos, segundo dados do Novo CAGED analisados pelo Observatório da Indústria da FIEPA.
 
Apesar do resultado negativo no primeiro mês do ano, movimento comum após o período de contratações temporárias de fim de ano, o desempenho recente reforça a relevância da indústria como um dos principais vetores de geração de empregos no estado.
 
Em 2025, a Indústria de Transformação liderou a criação de vagas no Pará, com 6.539 novos postos de trabalho, consolidando-se como o principal motor de expansão do emprego formal no período. Entretanto, no início de 2026, o segmento apresentou retração de 466 vagas em janeiro, refletindo o movimento de desaceleração observado no mercado de trabalho estadual. Ainda assim, outros ramos industriais apresentaram desempenho positivo. As Indústrias Extrativas, por exemplo, mantiveram trajetória de crescimento e registraram saldo positivo de 247 vagas no primeiro mês do ano, reforçando a resiliência do setor diante de um cenário econômico mais moderado.
 
Para o gerente do Observatório da Indústria da FIEPA, Felipe Freitas, os dados indicam uma inflexão pontual após um ciclo recente de expansão industrial, mas mantêm sinais importantes de dinamismo no setor.
 
“A indústria paraense teve papel decisivo na geração de empregos ao longo de 2025, especialmente a indústria de transformação. O resultado de janeiro reflete um ajuste natural e sazonal após o encerramento de contratos temporários e a reorganização de cadeias produtivas. Ainda assim, a manutenção de saldos positivos em segmentos como a indústria extrativa e a abertura de vagas em ocupações industriais indicam que a base produtiva do estado segue ativa e com capacidade de retomada ao longo do ano”, avalia.
 
Mesmo com retração em funções ligadas à dinâmica produtiva e logística, como motoristas de caminhão (-144 vagas), soldadores (-115) e operadores de máquinas fixas (-88), algumas atividades industriais registraram expansão relevante. Entre elas, destacam-se alimentadores de linha de produção (+223 vagas), eletricistas de instalações (+124) e operadores de processo de moagem (+76).
 
No recorte territorial, municípios com forte presença industrial e mineral também apresentaram movimentos distintos. Marabá manteve saldo positivo de empregos em janeiro (+123 vagas), enquanto Oriximiná registrou recuperação, com +103 postos de trabalho após perdas no ano anterior. Por outro lado, Parauapebas (-171) e Barcarena (-263) iniciaram o ano com retração no número de vínculos formais.
 
Mesmo diante das oscilações mensais, indicadores estruturais apontam crescimento da atividade industrial no estado. Estimativas com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o nível de ocupação na indústria geral do Pará cresceu 9,59% em 2025, evidenciando a expansão do setor frente ao ano anterior.
 
Ao mesmo tempo, o mercado de trabalho paraense ainda enfrenta desafios estruturais, especialmente relacionados à informalidade. Aproximadamente 45,96% dos trabalhadores do setor privado atuam sem carteira assinada, o que reforça a importância da indústria formal como eixo de geração de empregos qualificados e com maior estabilidade.
]]>
Pará lidera crescimento industrial no Brasil no primeiro quadrimestre de 2025 https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2025/06/13/para-lidera-crescimento-industrial-no-brasil-no-primeiro-quadrimestre-de-2025/ Fri, 13 Jun 2025 13:19:19 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=14123

Estado registra o maior avanço industrial entre os estados, com alta de 10%

As indústrias do Pará registraram um crescimento de 10% no acumulado de janeiro a abril de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior e apresentaram o melhor resultado do país, conforme a última Pesquisa Industrial Mensal (PIM) regional, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), nesta quarta-feira (11/06). De acordo com o Observatório da Indústria do Pará – uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (Sistema FIEPA), os números refletem o dinamismo do setor industrial local, que se consolida como um dos principais motores da economia paraense.

Neste indicador, o Pará destaca-se com o melhor desempenho industrial entre as unidades federativas, posicionando-se à frente de estados do Sul, como Santa Catarina e Paraná, que ficaram na segunda e terceira colocações com 6,4% e 5,3%, respectivamente.

Os resultados foram impulsionados, em grande parte, pelas atividades de indústrias extrativas no Pará (minérios de manganês, de cobre e de ferro – em bruto ou beneficiados). Contudo, destacaram-se também, neste período, as atividades de fabricação de produtos de madeira e de metalurgia, as quais, respectivamente, apresentaram crescimento de 16,3% e 13% em relação ao mesmo período acumulado de 2024.

“O desempenho da indústria paraense neste início de ano reforça o papel estratégico do setor produtivo no estado, com destaque para segmentos que agregam valor à nossa pauta econômica, como a metalurgia e a transformação de produtos de madeira. Os dados refletem não apenas a força das indústrias extrativas, mas também uma diversificação gradual da atividade industrial no Pará”, destaca Felipe Freitas, gerente do Observatório da Indústria da FIEPA.

Crescimento
Na avaliação dos últimos 12 meses correntes, o avanço acumulado da indústria paraense foi de 9%. Neste contexto, o grande destaque vai para a metalurgia, a qual apresentou, nos últimos 12 meses, crescimento de 20,9%.

Comparando o mês de abril deste ano com abril de 2024, a indústria paraense apresentou um crescimento de 27,3%, com destaque para a indústria extrativa, que apresentou crescimento de 32,2% em relação a abril de 2024.

Após dois meses consecutivos de crescimento, a produção industrial do Pará registrou uma leve retração de -0,8% na análise entre março e abril de 2025. O desempenho interrompe uma sequência positiva observada em fevereiro e março, quando o setor havia avançado 2,4% e 4,6%, respectivamente. Nos demais Estados, as quedas mais expressivas foram no Ceará (-3,9%); Espírito Santo (-3,5%); Rio de Janeiro (-1,9%); São Paulo (-1,7%); Mato Grosso (-1,4%) e Amazonas (-1,3%).

]]>
Produção industrial cresce no Pará, no mês de agosto https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/10/10/producao-industrial-cresce-no-para-no-mes-de-agosto/ Thu, 10 Oct 2024 18:53:00 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13786

Indústria extrativa e de produtos de madeira impulsionaram o resultado

Em agosto, o Pará registrou o segundo melhor desempenho na produção industrial do país, com um crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2023, superando a média nacional de 2,2%. O estado ficou atrás apenas do Ceará, que alcançou 17,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, o estado também registrou avanço, com um índice positivo de 6,9%. Os dados são do Observatório da Indústria do Pará, da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), obtidos junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Felipe Freitas, gerente do Observatório, analisa que o crescimento da produção industrial no Estado foi impulsionado pela indústria extrativa que apresentou variação positiva de 18,8% e pelo setor de fabricação de produtos de madeira, que também avançou 14,8% no período. Segundo ele, outros setores também influenciaram o bom desempenho da indústria paraense. “Olhando para os resultados acumulados de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período de 2023, os destaques já são dos setores de metalurgia e de fabricação de produtos alimentícios, que apresentaram, respectivamente, variações positivas de 17% e 8,8%. É importante pontuar que o crescimento da produção industrial, usualmente, vem acompanhado do aumento da empregabilidade. Como exemplos desse padrão de tendência temos a indústria extrativa e de fabricação de alimentos, que nos últimos sete meses geraram 1.041 e 1.210 novos empregos, respectivamente, no nosso Estado”, analisou Freitas.

Os dados do Observatório também apontam que, no comparativo entre os meses de agosto e julho de 2024, a produção industrial do Pará apresentou uma queda de -3,5% o que, segundo Freitas, não impacta no desempenho geral do Estado. “Embora no comparativo mensal entre agosto e julho a produção industrial do Pará tenha ficado abaixo da média nacional, que foi de 0,1%, o desempenho acumulado ao longo de 2024 foi positivo, com um crescimento de 4,5%, ocupando a quarta colocação no ranking nacional”, explica.

“Apesar das dificuldades regionais, o Pará tem mostrado resiliência e mantido uma posição de destaque no cenário nacional, com avanços que superam a média do país. São índices que refletem um cenário de recuperação da nossa indústria, assim como a importância estratégica do setor para o fortalecimento da economia local, gerando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento socioeconômico, principalmente, pelo seu grande potencial na geração de empregos”, afirma o presidente da FIEPA, Alex Carvalho.

]]>