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FIEPA CIN – Observatório FIEPA https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net Tue, 10 Mar 2026 11:48:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 Balança comercial paraense fecha primeiro semestre de 2025 em superávit, com saldo de US$ 9,6 bi https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2025/07/29/balanca-comercial-paraense-fecha-primeiro-semestre-de-2025-em-superavit-com-saldo-de-us-96-bi/ Tue, 29 Jul 2025 19:03:59 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=14188

A balança comercial do Pará registrou saldo positivo no acumulado do primeiro semestre deste ano. O superávit no Estado foi de aproximadamente US$ 9,6 bilhões entre janeiro e junho de 2025, com variação positiva de 0,45% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os números são resultados dos esforços da indústria paraense para atender às demandas do comércio exterior, avalia Cassandra Lobato, gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEPA (FIEPA CIN).

No ranking das unidades federativas, o Pará se posicionou como o terceiro Estado com o maior saldo na balança comercial, ficando atrás apenas do Mato Grosso e Minas Gerais. Por valor exportado, o Pará consolidou-se na sexta colocação do país, com cerca de US$ 10,9 bilhões neste ano.

Nas categorias de exportações, os produtos considerados não tradicionais, como soja, carnes de bovinos e outros bovinos vivos, tiveram um desempenho de US$ 1,72 bilhão, enquanto os tradicionais, como pimenta, suco de frutas e pimenta, somaram US$ 294,6 milhões.

No recorte das cidades brasileiras que mais exportam, Canaã dos Carajás e Parauapebas ficaram na sexta e sétima posições, com US$ 2,8 bilhões e US$ 2,1 bilhões, respectivamente. No comparativo estadual, logo atrás aparece Barcarena (US$ 1,9 bi), Marabá (US$ 1,3 bi) e Paragominas (US$ 350,9 milhões). Belém, por outro lado, ficou em 12º lugar com US$ 112.848.200 milhões.

Apesar do desempenho positivo, o cenário do comércio exterior ainda exige atenção diante do cenário regulatório. Para Cassandra Lobato, é essencial que o ambiente de negociações internacionais preserve a estabilidade das trocas comerciais e incentive relações de longo prazo.

“É fundamental que essas decisões sejam conduzidas com equilíbrio e responsabilidade, de forma a evitar impactos desproporcionais sobre setores mais sensíveis da economia. Defendemos a manutenção de um diálogo diplomático aberto e construtivo entre os países, com o objetivo de preservar os investimentos já realizados, minimizar prejuízos e garantir a continuidade de relações comerciais historicamente consolidadas e benéficas para ambas as partes”, reforça a gerente do FIEPA CIN.

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Pará encerra 2024 com saldo positivo na balança comercial https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2025/01/14/para-encerra-2024-com-saldo-positivo-na-balanca-comercial/ Tue, 14 Jan 2025 19:58:26 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=14032

Acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia devem contribuir para ampliar as exportações paraenses no mercado europeu em 2025

O Pará manteve sua relevância no comércio exterior em 2024, ficando entre os três maiores exportadores do Brasil com um crescimento percentual de 3,06% em comparação com 2023. O Estado registrou um saldo comercial positivo de US$ 20.916.083.990 bilhões, com exportações que totalizaram US$ 22.967.437.504 bilhões e importações que somaram US$ US$ 2.051.353.514 bilhões, representando crescimento de 7,26%. Os dados são do Ministério da Economia, analisados e divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA CIN).

O Pará consolidou sua posição de liderança na Região Norte, respondendo por 77,9% das exportações regionais, que totalizaram US$ 29.633.386.377 bilhões. O Estado também se destacou como o segundo maior exportador da Amazônia Legal, ficando atrás apenas do Mato Grosso, e alcançou a sexta posição no ranking nacional de exportações, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná.

Para o presidente da FIEPA, Alex Carvalho, o desempenho positivo da balança comercial do Pará reflete a força econômica do Estado e sua contribuição para o desenvolvimento regional e nacional. “Os números demonstram claramente o protagonismo do Pará no cenário econômico, mas precisamos ir além. Nossa economia ainda é fortemente baseada na exportação de commodities, que têm, sim, um papel importante na geração de emprego e renda. No entanto, podemos amplificar essa contribuição através da verticalização da produção industrial. Isso exige um esforço conjunto para melhorar a atratividade do nosso estado, por meio de mecanismos que incentivem a modernização do parque industrial. Precisamos destravar de uma vez por todas os impasses ambientais que até então têm sido obstáculos à implantação da infraestrutura logística moderna e eficiente, incluindo novos modais de transporte que facilitarão o acesso a insumos e o escoamento da produção, propiciando a chegada de novas indústrias, em especial aquelas do setor de bioeconomia. Esses são pilares fundamentais para alavancarmos o crescimento sustentável em 2025 e garantirmos que o Pará usufrua plenamente dos benefícios de uma economia forte e integrada”, destacou Carvalho.

Mineração – O resultado da balança comercial paraense em 2024 foi impulsionado pelo setor mineral, responsável por 84% do total exportado pelo Estado. Mesmo com uma variação negativa de -1,53%, o minério de ferro liderou o segmento, movimentando US$ 12.785.190.757 bilhões, com 168.532.705 toneladas, tendo a China como principal mercado. O cobre apresentou alta de 24,48% e alcançou US$ 3.053.115.231 bilhões; a alumina calcinada cresceu 16,33% e somou US$ 1.883.985.103 bilhão; e o alumínio não ligado e seus derivados tiveram um crescimento de 48,68%, registrando US$ 234.619.219 milhões.

Outros produtos – Produtos como soja e carne bovina também ganharam destaque. Apesar da variação negativa de -9,31%, a soja exportou US$ 1.502.852.432 bilhão e 3.479.769 milhões de toneladas, tendo como principal comprador a China. Já a carne bovina registrou alta de 45,62% com valor exportado de US$ 736.562.430 milhões, com destaque para os mercados da China e Oriente Médio.

Cidades paraenses que mais exportaram em 2024 – Canaã dos Carajás (PA) aparece como a terceira cidade que mais exportou no país no último ano, com US$ 6.702.550.801 bilhões e destaque para o minério de ferro, ficando atrás das cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Duque de Caxias (RJ). Parauapebas (PA) também aparece entre as seis cidades brasileiras que mais exportaram, com US$ 6.245.678.432 bilhões, também com o minério de ferro.

Perspectivas para 2025 – O Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia, previsto para entrar em vigor em 2025, promete abrir novos mercados e aumentar as oportunidades para o Pará. Setores como mineração, agronegócio e bioeconomia devem se beneficiar do acesso facilitado a mercados europeus, com tarifas reduzidas e maior competitividade. No entanto, especialistas alertam que o Estado precisa investir em infraestrutura, inovação e sustentabilidade para aproveitar ao máximo as oportunidades e enfrentar os desafios desse novo cenário econômico global.

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Evento destaca oportunidades de negócios internacionais para indústrias do Pará  https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/12/23/evento-destaca-oportunidades-de-negocios-internacionais-para-industrias-do-para/ Mon, 23 Dec 2024 11:32:05 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13968

O Centro Internacional de Negócios da FIEPA (FIEPA CIN) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) realizaram nesta terça-feira (10/12) o encontro “Conexão Internacional” com o objetivo de apresentar aos empresários paraenses as oportunidades de negócios e expansão no mercado internacional em 2025. O evento foi realizado na sede da FIEPA, em Belém, e contou com a participação das empresas locais Horta da Terra, Cachaçaria Meu Garoto e Quri Natural Beauty, que compartilharam suas experiências bem-sucedidas na exportação de produtos do bioma amazônico.

Na abertura do evento, o presidente da FIEPA, Alex Carvalho, enfatizou a importância de fortalecer as cadeias produtivas e as parcerias estratégicas para aumentar a competitividade das indústrias do Pará. “A parceria da FIEPA CIN com a ApexBrasil tem sido fundamental para reforçar o papel da cadeia produtiva industrial, extremamente relevante para a geração de emprego, renda e desenvolvimento socioeconômico na nossa região. Esse trabalho conjunto trouxe novas ideias e iniciativas que muitas das empresas presentes aqui hoje já tiveram a oportunidade de participar. O objetivo também é estimular que as grandes indústrias, além de suas responsabilidades econômicas, assumam um papel social e reputacional de incentivar as cadeias produtivas no entorno de suas atividades. Seja na mineração, geração de energia, construção civil ou outros setores bem estabelecidos, essa abordagem busca internalizar a riqueza gerada e beneficiar o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado”, afirmou o presidente da FIEPA, Alex Carvalho.

A coordenadora executiva da FIEPA, Cassandra Lobato, destacou as ações realizadas em 2024 e as metas para 2025. “Nosso trabalho é direcionado a empresas em processo de exportação, com foco na preparação para a COP30. Para isso, em parceria com Centros Internacionais de Negócios de diferentes estados, atuamos fortemente na capacitação de empresários e profissionais na área de comércio exterior. Também promovemos encontros e rodadas internacionais com compradores de diversas partes do mundo e fornecemos o suporte necessário aos empresários em missões comerciais globais, onde divulgamos a produção industrial da Amazônia. Para 2025, nosso objetivo é ampliar essa qualificação profissional e intensificar as conexões com grandes compradores internacionais, mobilizando ainda mais os empresários paraenses para eventos de destaque, com o propósito de promover os produtos da bioeconomia amazônica e fortalecer a competitividade das nossas indústrias no mercado internacional”, afirmou Lobato.

Durante o evento, o gestor do Escritório Norte da ApexBrasil, Essio Lanfredi, explicou o papel da instituição na promoção das exportações brasileiras. “O escritório da Apex Brasil começou a atuar aqui no Pará em 2020 e, nesse período, consolidamos parcerias importantes, como essa com a FIEPA, para promover o potencial exportador das empresas locais. Vinculada ao MDIC e aos setores de promoção comercial das embaixadas brasileiras no exterior, estamos comprometidos em auxiliar as empresas na construção de seus planos de exportação para 2025, oferecendo ferramentas e capacitações em áreas como análise de mercados, adaptação de produtos e posicionamento estratégico. Nosso objetivo é proporcionar avanços concretos no mercado internacional, fortalecendo a imagem do Brasil e do Pará como parceiros confiáveis e competitivos no cenário global”, afirmou Lanfredi.

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Amazon Trade gera oportunidades para indústrias da bioeconomia no mercado global https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/10/15/amazon-trade-gera-oportunidades-para-industrias-da-bioeconomia-no-mercado-global/ Tue, 15 Oct 2024 19:13:15 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13813

Rodadas de negócios conectaram empresários do setor de alimentos e bebidas dos biomas brasileiros a 11 compradores internacionais

Entre os dias 08 e 10 de outubro, mais de 60 empresas participaram da Amazon Trade, rodada internacional de negócios do setor de alimentos e bebidas (A&B) derivados da bioeconomia amazônica e brasileira. Realizada de forma híbrida, a rodada contou com encontros online nos dois primeiros dias, encerrando nesta quinta-feira (10), com reuniões presenciais dentro da programação da Feira SuperNorte, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém. A iniciativa conectou os empresários brasileiros a 11 compradores internacionais interessados em fazer negócios com indústrias do setor.

Com uma expectativa inicial de gerar US$ 15 milhões (dólares) em negócios, além das rodadas, os compradores internacionais também participaram de visitas técnicas em indústrias da bioeconomia paraense. No dia 11, uma comitiva foi até a fábrica da Bellamazon, em Marituba, onde conheceram o plantio e os produtos feitos a partir do açaí amazônico. No sábado, 12, visitaram a fábrica da cachaçaria Meu Garoto, que utiliza insumos da floresta como o jambú, na produção de suas bebidas.

O evento foi promovido pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA CIN), pela Rede de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Contou com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e colaboração de 16 Federações de Indústrias do país.

Segundo Cassandra Lobato, coordenadora executiva do Centro Internacional de Negócios da FIEPA, o evento teve como objetivo aumentar a visibilidade dos produtos com identidade geográfica dos biomas brasileiros, fomentar negócios, e preparar empresários para as oportunidades em eventos globais, como a COP30, que será realizada em Belém, em 2025. “O evento teve a participação maciça das nossas indústrias e de compradores internacionais qualificados com grande potencial de negócios para o setor de alimentos e bebidas da bioeconomia amazônica e brasileira. É uma iniciativa que visa, além de expandir a presença dos produtos regionais no exterior, reforçar a necessidade de aliar crescimento econômico e sustentabilidade, agregando valor aos nossos produtos, e acredito que estamos no caminho certo para mostrar ao mundo a riqueza e a qualidade e o diferencial da nossa produção industrial”, afirmou a gestora.

Carlos Cedrón Delaude, diretor geral da CCD Representaciones, sediada em Lima, no Peru, o evento serviu para conhecer os produtos brasileiros com potencial de negócios. “Estou muito feliz e agradecido pelo convite porque essa foi uma grande oportunidade para ter contato com os provedores e ver bons produtos, além do contato com os organizadores que são muito atenciosos, e de conhecer compradores de outros países. Já tenho pelo menos três produtos que vamos começar a importar para o Peru e fazer o desenvolvimento de marca, sempre levando a marca do Brasil para os nossos mercados”, comentou o comprador internacional Carlos Cedrón.

Para o empresário Júlio Lobato, representante da Amazon Flavors, indústria paraense de produtos feitos a partir de insumos da floresta, como jambu, cumaru, açaí, castanha-do-Pará e tucupi, a rodada foi uma oportunidade para apresentar produtos e prospectar novos mercados interessados nos produtos da Amazônia. “Somos uma indústria genuinamente amazônica, e este evento nos oferece uma oportunidade incrível de explorar novos mercados e mostrar ao mundo os sabores únicos da nossa região. Participamos de cinco rodadas de negócios com empresas de diversos países, e a receptividade foi excelente. Nossa cachaça de jambu e nosso realçador de sabor, por exemplo, despertaram grande interesse. Os participantes estão muito curiosos e entusiasmados com os produtos amazônicos, o que nos motiva a continuar mostrando ao mundo o imenso potencial que nossa região tem para oferecer. Espero que a Amazon Trade continue abrindo portas para a nossa bioeconomia em muitas outras edições”, afirmou o empresário.

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