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região amazônica – Observatório FIEPA https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net Tue, 10 Mar 2026 11:49:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 Nova Indústria Brasil fomentará neoindustrialização na Amazônia https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/05/07/nova-industria-brasil-fomentara-neoindustrializacao-na-amazonia/ Tue, 07 May 2024 21:10:16 +0000 https://app-portal-observatorio.azurewebsites.net/?p=13228

O Governo Federal lançou a Nova Indústria Brasil (NIB), uma nova política industrial com metas para impulsionar o desenvolvimento do setor até 2033. Serão R$ 300 bilhões para financiamentos destinados ao plano até 2026. Além dos R$ 106 bilhões anunciados na primeira reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), em julho, outros R$ 194 bilhões foram incorporados de diferentes fontes de recursos e redirecionados para dar suporte ao financiamento das prioridades do programa.

Nos moldes do Plano de Retomada da Indústria, entregue pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao governo no ano passado, a Nova Indústria Brasil define metas para cada uma das seis missões que norteiam os trabalhos até 2033. Foram definidas áreas prioritárias para investimentos e um conjunto de ações que envolvem a união dos integrantes do CNDI, tanto governo como setor produtivo.

Para a CNI o governo brasileiro está no caminho certo ao lançar uma nova política de neoindustrialização. “Esse é o anúncio de uma política pública moderna, que redefine escolhas para o desenvolvimento sustentável, com mais investimento, produtividade, exportação, inovação e empregos, por meio da neoindustrialização”, afirmou o vice-presidente da CNI e representante da entidade na cerimônia de lançamento, Léo de Castro.

“A indústria brasileira precisa de instrumentos modernos e semelhantes aos que promovem a indústria nas nações líderes. É preciso recolocar a indústria no centro da estratégia de desenvolvimento, para que possamos retomar índices de crescimento maior e poder ofertar um caminho consistente e alinhado com o que os países desenvolvidos fazem”, completou.

Indústria da Amazônia – Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), Alex Carvalho, a Nova Indústria Brasil também atende aos anseios do setor produtivo da Amazônia. “Essa ação do Governo Federal é extremamente necessária para propiciar mais investimentos para a indústria brasileira e converge com as pautas que a FIEPA tem defendido para fortalecer a indústria da Amazônia. Em meio a este cenário de emergência climática no qual vivemos, a indústria precisa aperfeiçoar seu processo fabril, com vistas a uma economia de baixo carbono, com redução das emissões e direcionada também à redução das desigualdades sociais”, avaliou Alex Carvalho.

Para a FIEPA, a modernização do parque industrial permitirá que as empresas da região aperfeiçoem seus processos produtivos, reduzam as emissões e consigam atender aos compromissos globais pela descarbonização.

“Acreditamos que essa nova política de financiamento que prevê recursos direcionados à modernização do parque industrial, à pesquisa e tecnologia, à qualificação de mão de obra e à melhoria da infraestrutura, será fundamental para que possamos atender aos compromissos globais pela descarbonização por meio da bioeconomia e a transição energética, componentes fundamentais para garantir uma industrialização mais inclusiva, sustentável, inovadora e justa, em sintonia com a conservação ambiental, a competitividade, o desenvolvimento econômico e o bem-estar social”, garantiu o presidente da FIEPA.

Conheça as seis missões anunciadas pelo CNDI

Missão 1: Cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais para a segurança alimentar, nutricional e energética

Para alcançar as metas dessa missão, algumas das prioridades são a fabricação de equipamentos para agricultura de precisão, máquinas agrícolas para a grande produção, e a ampliação e a otimização da capacidade produtiva da agricultura familiar para a produção de alimentos saudáveis.

Missão 2: Complexo econômico industrial da saúde resiliente para reduzir as vulnerabilidades do SUS e ampliar o acesso à saúde

A meta é ampliar a participação da produção no país de 42% para 70% das necessidades nacionais em medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, entre outros, contribuindo para o fortalecimento do SUS e a melhoria do acesso da população à saúde.

Missão 3: Infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis para a integração produtiva e bem-estar nas cidades

Uma das propostas é ampliar em 25 pontos percentuais a participação da produção brasileira na cadeia da indústria do transporte público sustentável. Para se ter uma ideia, hoje representa 59% da cadeia de ônibus elétricos.

Missão 4: Transformação digital da indústria para ampliar a produtividade

Para que 90% do total das empresas industriais brasileiras (hoje são 23,5%) sejam digitalizadas e a participação da produção nacional nos segmentos de novas tecnologias seja triplicada, é preciso investir na indústria 4.0, no desenvolvimento de produtos digitais e na produção nacional de semicondutores, entre outros.

Missão 5: Bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas para garantir os recursos para futuras gerações

Um dos objetivos para a transformação ecológica na indústria é aumentar o uso da biodiversidade pela indústria e, ainda, reduzir em 30% a emissão de carbono da indústria nacional, que tem 107 milhões de toneladas de CO2 por trilhão de dólares produzido.

Missão 6: Tecnologias de interesse para a soberania e defesa nacionais

A meta é conseguir autonomia na produção de 50% das tecnologias críticas para fortalecer a soberania nacional. Assim, a prioridade será para ações voltadas ao desenvolvimento de energia nuclear, sistemas de comunicação e sensoriamento, sistemas de propulsão e veículos autônomos e remotamente controlados.

Com informações da Agência de Notícias da Indústria (CNI)

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Óleo de palma é essencial para a economia do Pará https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/02/10/oleo-de-palma-e-essencial-para-a-economia-do-para/ Sat, 10 Feb 2024 18:14:00 +0000 https://app-portal-observatorio.azurewebsites.net/?p=13169

O óleo de palma está mais presente na vida do brasileiro do que é possível imaginar. Ele faz parte de cerca de 50% dos produtos consumidos no país, como alimentos, cosméticos, biocombustível e até na geração de energia elétrica. Por trás dessa presença tão marcante e versátil, há uma grande indústria composta por diversas empresas Brasil afora, muitas delas aqui no Pará.

É daqui que sai a maior parte da produção nacional. O estado é responsável por 85% de todo o óleo de palma consumido no Brasil, de acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Óleos e Azeites Alimentícios do Pará (Sinolpa). O setor gera cerca de 20 mil empregos diretos no Estado – mil deles foram criados só no primeiro semestre de 2023. Além disso, aproximadamente R$ 3 bilhões são pagos em salários e benefícios ao ano. Só para se ter uma ideia dos impactos desses números na economia do Pará, em alguns municípios, a indústria do óleo de palma contribui com cerca de 25% do circulante financeiro total.

“A atividade está protegida por um robusto arcabouço legal que busca garantir condições adequadas de trabalho e dignidade. É um segmento que evita o êxodo rural e incrementa o PIB de diversos municípios amazônicos”, enumera a presidente do Sinolpa, Marcella Araújo. Segundo o Sinolpa, a estimativa é que a produção nacional chegue a 555.148 toneladas de óleo ao ano e a quase 5,7 milhões de toneladas de cachos de fruto fresco – sendo a quarta maior do mundo.

ORIGEM E APLICAÇÃO

O óleo vegetal mais comercializado e consumido no mundo vem de uma espécie conhecida como palma de óleo ou dendezeiro – uma palmeira que pode chegar a 15 metros de altura. Originária da região oeste da África, a palma se adaptou muito bem ao solo e ao clima da Amazônia brasileira e apresenta, pelo menos, dois grandes diferenciais. O primeiro é justamente o alto rendimento do óleo, que pode ultrapassar em até dez vezes o obtido por tonelada com a soja. O outro é que a planta possui um longo ciclo produtivo, que pode chegar a trinta anos.

Esse óleo serve de matéria-prima para diversas indústrias que utilizam a gordura vegetal como ingrediente. Por manter suas propriedades em diferentes temperaturas, o óleo é utilizado para dar uma textura mais macia a margarinas, sorvetes, pães e recheios de biscoitos, por exemplo. Em alguns casos, pode substituir a manteiga de cacau em chocolates ou ser utilizado em frituras e molhos. Pratos típicos brasileiros, como o vatapá e o acarajé, possuem o azeite de dendê como ingrediente.

A indústria cosmética também utiliza os derivados da palma. O óleo hidrata, ajuda na formação de espumas e no amolecimento de outros compostos, dando uma textura mais suave aos produtos, sem influenciar no cheiro. Maquiagem, creme dental, sabão e detergente também são aplicações possíveis do óleo de palma.

Por fim, o produto também é insumo para o biodiesel, um combustível alternativo ao óleo diesel de origem fóssil, que pode ser utilizado para geração de energia elétrica e em veículos, reduzindo as emissões de gases do efeito estufa. Com tantas aplicações, estima-se que cada pessoa consuma cerca de oito quilos do produto ao ano.

DESTINO DA PALMA PARAENSE
  • 80% Alimentos
  • 10% Cosméticos
  • 10% Outros
IMPORTANTE ALIADO PARA A CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

A palma de óleo ou dendezeiro, planta de origem africana, tem se mostrado uma alternativa viável para ajudar na implantação de medidas contra as mudanças climáticas. De acordo com o Sinolpa, há estudos que indicam que a palma de óleo possui um dos menores impactos em relação à mudança do uso da terra no país, pois, para garantir a produção, não há a necessidade de desmatar nenhum hectare de floresta nativa, bastando aproveitar as áreas que já tiveram outras atividades econômicas.

A legislação brasileira para o cultivo de palma é considerada uma das mais rigorosas do mundo. A produção dessa cultura é gerida pelo Zoneamento Agroecológico da Palma de Óleo, de acordo com definições do Governo Federal e que está no Decreto 7.172 de maio de 2010. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu um estudo e definiu quais são as áreas aptas ao cultivo sustentável da palma de óleo na região amazônica.

“É importante frisar que uma fazenda não é só composta por plantação. Todas as empresas precisam ter pelo menos 50% de área de preservação, a chamada reserva legal. E aí, todos os anos temos que comprovar a preservação dessa reserva, que inclusive é monitorada por satélite. Só assim conseguimos liberar documentos como licenças e cadastros rurais. A cultura da palma apresenta consideráveis benefícios econômicos e ambientais, especialmente no Pará”, acrescenta Marcella Araújo.

O LADO SOCIAL DA PALMA

O cultivo e o beneficiamento da palma têm contribuído para melhorar a qualidade de vida das comunidades, em diversos municípios do Estado, gerando emprego, renda, qualificação profissional e oportunidades ao longo de toda a cadeia produtiva.

Em pouco mais de um ano trabalhando na Agropalma como operadora de produção, Maria Barbosa da Costa, de 42 anos, já está conquistando alguns objetivos, como fazer pós-graduação e tirar a carteira de motorista. Moradora da Vila Olho d’Água, na PA-150, no município de Moju, ficou sabendo da vaga por meio de uma amiga. “Eu estava procurando emprego, então surgiu essa oportunidade na safra e aí fui chamada para fazer a entrevista e estou lá até hoje”, revela. Formada como pedagoga e técnica em agropecuária, Maria já traçou seu plano de carreira. “Minha expectativa é continuar na empresa e crescer dentro dela”, projeta.

Já a família de Leona Stefanes, de 44 anos, mora na vicinal Vila Israel. Nascida em Paragominas, mudou-se para Moju com a família há mais de 20 anos, e mantém um cultivo de palma no projeto Calmaria 2 junto com o marido, Daniel Stefanes. No local, há vários produtores de palma que receberam insumos e capacitação técnica de indústrias para iniciar sua produção. “No começo de tudo, para quem não tem recursos para comprar as mudas por conta própria, esse tipo de parceria é muito importante, essencial, especialmente para o produtor que está iniciando, porque possui a terra, mas não tem condições de fazer o preparo da área”, ressalta Leona. Segundo ela, uma das indústrias prestou orientações também sobre obtenção de financiamento. Outro ponto importante é que os agricultores familiares têm clientes garantidos, uma vez que várias empresas do setor compram toda a produção.

PRODUÇÃO DO PARÁ EM NÚMEROS
  • 85% da produção nacional
  • 29 municípios paraenses fazem parte da cadeia produtiva
  • 535 mil hectares de área total (incluindo plantio, infraestrutura e reservas ambientais)
  • 255 mil hectares apenas de plantio
PRINCIPAIS MUNICÍPIOS PRODUTORES
  • 19% – Tomé-Açu
  • 18% – Tailândia
  • 17% – Moju
  • 15% – Acará
  • 5% – Bonito
  • 4% – Igarapé-Açu
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Bioeconomia – Em 10 anos, cadeia de fibra de malva https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2023/11/28/bioeconomia-em-10-anos-cadeia-de-fibra-de-malva/ Tue, 28 Nov 2023 18:57:01 +0000 https://app-portal-observatorio.azurewebsites.net/?p=13191

Com a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), que será realizada em Belém, em 2025, uma das discussões que vêm à tona é a colaboração da bioeconomia para que o Brasil consiga atingir suas metas de descarbonização. Estudos indicam que ela vai evitar o lançamento de 21 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera até 2050 e que o PIB do Pará referente à bioeconomia pode alcançar R$178 bilhões.

Um exemplo desse potencial da nossa bioeconomia é a da cadeia da fibra de malva no Pará, representada pela Companhia Têxtil de Castanhal (CTC), que em 10 anos capturou mais de 18 mil toneladas de CO2 da atmosfera. A empresa está enviando para serem distribuídas pelo SEBRAE, durante um evento com ministros e secretários de meio ambiente, 300 bolsas exclusivas de malva Amazônica.

Essa fibra vegetal da região é uma cultura de várzea, totalmente integrada ao seu bioma. Com adubação natural deixada pelo húmus acumulado durante as cheias dos rios, sem uso de agrotóxicos e sem causar desmatamento, ela utiliza água da chuva para irrigação, além de gerar renda para milhares de pessoas no coração da região amazônica.

“Sua agregação de valor, da semente de malva aos nossos manufaturados, é toda na Região Norte do Brasil, em uma cadeia com pegada de carbono negativa, resultando em produtos têxteis 100% biodegradáveis distribuídos no Brasil e exterior, no melhor exemplo de economia circular”, afirma Flávio Junqueira Smith, diretor da CTC, empresa que tem fábrica em Castanhal, no Pará, e filiais em Manacapuru (AM) e na cidade de São Paulo (SP).

Em 2022, em parceria com o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (CETIQT) do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a CTC realizou um estudo que comprovou a atuação da cadeia – que vai da semente ao produto manufaturado – como fixadora de carbono, ou seja, ela contribui para a redução da concentração do CO2 na atmosfera.

Ao longo das análises realizadas pelo SENAI CETIQT, foi comparado o desempenho das embalagens confeccionadas com malva e fibra de juta com aquelas confeccionadas com papel e outros materiais sintéticos, e comprovou-se que o produto Castanhal é o único capaz de fixar carbono.

Comércio justo – Além de contribuir para a fixação de carbono, a cadeia da malva também valoriza a comunidade local. O Projeto Sementes Castanhal capacita famílias agricultoras para se tornarem produtoras de sementes, transformando uma atividade extrativista em uma cultura profissionalizada com investimento em conhecimento, tecnologia e inovação. Está garantida para eles a compra de 100% da colheita e remuneração justa. “Isso ajuda a fixar esses trabalhadores e suas famílias em suas próprias terras, trabalhando em uma atividade que gera renda nas regiões com poucas alternativas econômicas”, aponta Flávio Junqueira.

Além disso, a empresa emprega mais de 1.100 colaboradores diretos em constante treinamento e desenvolvimento, entre trabalhadores, técnicos de segurança, administradores, agrônomos e diversas outras funções.

De acordo com Flávio, a Amazônia deve ser vista por sua fauna e flora e pelas pessoas que aqui habitam. “São cerca de 30 milhões de habitantes mantendo a floresta em pé, preservando sua enorme biodiversidade. A defesa da Amazônia faz parte da defesa de toda a economia brasileira, especialmente aos olhos dos consumidores das novas gerações que estão chegando em cada vez maior número ao mercado mundial”, observa, acrescentando que é preciso gerar valor para a Amazônia, e o caminho é pelo fomento da bioeconomia.

Fabricação consciente – Na fábrica, as fibras são processadas apenas com aditivos orgânicos e vegetais. Dela, saem sacos de juta agrícolas, ecobags utilizáveis, fios para artesanato, fios para calçado, tabaco, decoração, moda e outros. A Castanhal prioriza o uso de energia solar, além de contratar a carga energética necessária ao funcionamento de sua fábrica e filiais diretamente do mercado livre, de usinas ambientalmente sustentáveis.

Pedaços de tecido excedente são transformados em sacolas ecológicas confeccionadas por mais de 300 artesãos treinados pela Castanhal em parceria com o governo do Pará no projeto socioambiental Usinas da Paz, um dos mais importantes do Brasil. Retalhos maiores viram embalagens para fardos e bobinas e os menores são transformados em feltro para a indústria automobilística, que os utiliza em peças como tampas de porta-malas em substituição a materiais sintéticos.

“Temos que construir um modelo econômico inédito para a região, através do diálogo entre a sustentabilidade social e ambiental. Se não estimularmos ou introduzirmos no mercado mundial os produtos de baixo carbono, positivamente integrados à essa economia amazônica, falharemos na defesa da floresta e seus habitantes. Muitos desses sistemas já existem na região há muitas décadas, de forma abrangente e verticalizada, como a cadeia da fibra de malva”, finaliza Flávio.

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