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renda – Observatório FIEPA https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net Tue, 10 Mar 2026 11:49:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 Rumo à COP30: FIEPA defende desenvolvimento sustentável e inclusão social em reunião da “Pré-COP29″ https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/10/15/rumo-a-cop30-fiepa-defende-desenvolvimento-sustentavel-e-inclusao-social-em-reuniao-da-pre-cop29/ Tue, 15 Oct 2024 19:38:31 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13853 Evento ocorreu em São Paulo para tratar dos preparativos do Brasil para a Conferência do Clima, em Baku, em novembro

Como porta-voz do setor produtivo industrial paraense, a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) participou ativamente do encontro “Pré-COP29: O Papel da Indústria na Agenda de Clima”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo (SP), no dia 03/10. O evento reuniu empresários, governo e especialistas para discutir o papel da indústria na agenda do clima e antecipar as propostas que o Brasil levará para a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que acontecerá em novembro, em Baku, no Azerbaijão. No encontro, também foram realizadas sessões especiais para discutir os preparativos para a COP30, que será em Belém (PA), em 2025.

Na abertura do evento, o presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou a contribuição da FIEPA para o sucesso da COP30. “Peço permissão para cumprimentar aos nossos queridos amigos da federação dos estados, aqui representando a todos eles o Alex Carvalho. Como todos sabem a COP30 será no Pará e Alex será um grande corresponsável pela nossa busca de fazer da COP30 no Brasil algo especial”, afirmou.

Para Alban, a COP29 de Baku, será um preparatório do Brasil para a COP30 em Belém. “Nessa COP29 precisamos encontrar as convergências para que a gente possa fazer da COP30 no Brasil um marco bastante significativo, já que o Brasil é um grande ator, mas não só porque nós queremos, mas porque é inerente ao Brasil. Não queremos ser apenas o pulmão do mundo, queremos estar juntos construindo com corresponsabilidade, com coparticipações e com cofinanciamento, e eu tenho certeza de que esse público que está aqui, é um público também formador de opinião e que pode ajudar a construir essas pontes para que encontremos as convergências mais imediatas”, pontuou o presidente da CNI.

A convite de Ricardo Alban, Alex Carvalho apresentou o painel “Jornada COP+: estratégias e preparativos para além da COP30”. “A Jornada COP+ é um projeto de grande propósito, que se traduz em diversas ações voltadas para a construção coletiva de uma nova agenda econômica, social e ambiental para a indústria brasileira. O objetivo é posicionar o país de forma independente, priorizando o desenvolvimento do seu povo e a preservação da sua biodiversidade. Essa mobilização coletiva busca fazer da indústria o principal vetor dessa transformação, assegurando que o Brasil não se torne refém de interesses alheios ao seu progresso sustentável”, explicou Carvalho.

Em sua apresentação, ressaltou que a COP30 trará oportunidades para repensar o modelo econômico, com vantagens como o crescimento sustentável e a inclusão social. “A COP30 será uma grande oportunidade para repensarmos o modelo de desenvolvimento da Amazônia e do Brasil, garantindo que seja mais justo e inclusivo. A Amazônia, que cobre mais de 58% do território brasileiro e abriga cerca de 30 milhões de pessoas, com 20% da água doce do planeta, ainda contribui com apenas 6% do PIB nacional. Esse cenário é paradoxal e exige uma transformação. Precisamos de um desenvolvimento sustentável que mantenha a floresta viva, combata a miséria e inclua a população local no processo econômico. A Jornada COP+ reflete esse compromisso, buscando soluções regionais com impactos globais”, afirmou Carvalho.

Carvalho reforçou o papel do setor industrial para a redução da desigualdade social. “Precisamos enfrentar a desigualdade social, considerando que, dos 10 municípios com os piores índices de desenvolvimento, quatro estão no Pará, que também concentra 15 dos municípios com os piores índices de emprego e renda da Região Norte. A indústria tem um papel central nesse processo, seja na geração de empregos ou na capacidade de promover inovação e desenvolvimento tecnológico, e, nesse contexto, as instituições de pesquisa da Amazônia devem estar integradas para alcançar soluções efetivas”, afirmou Carvalho.

Por fim, destacou a importância de uma ação integrada, colaborativa e contínua entre setores público e privado para defender a legalidade, valorizar a biodiversidade e promover o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia. “Precisamos agir com urgência para frear as queimadas que afetam a Amazônia e o mundo, combatendo com rigor as atividades ilegais e rejeitando qualquer associação direta ao desmatamento. A indústria paraense e da Amazônia defende estratégias firmes, com fiscalização rigorosa, ação policial e judicial no enfrentamento desse problema”, concluiu Alex Carvalho.

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Projeto ‘Na Fábrica’ visita indústria de açaí, em Abaetetuba https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/08/30/projeto-na-fabrica-visita-industria-de-acai-em-abaetetuba/ Fri, 30 Aug 2024 18:22:58 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13371

O projeto ‘Na Fábrica’ realizou no dia 30/08 uma visita às novas instalações da Palamaz, indústria de processamento de açaí localizada no município de Abaetetuba. Foi a retomada do projeto, que tem como objetivo fortalecer o diálogo do governo estadual com o setor produtivo, para assegurar um ambiente de negócio atrativo e competitivo às empresas paraenses. O ‘Na Fábrica’ é promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e a Companhia de Desenvolvimento do Pará (Codec).

Contemplada com incentivo fiscal pelo Estado, a Palamaz, empresa totalmente automatizada, tem capacidade instalada para processar até 200 toneladas de produto acabado por dia, além de infraestrutura para armazenagem de mais de 6 mil toneladas. O proprietário da empresa, Francisco Ferreira, diz que a aproximação de agentes com poder de decisão é fundamental para a expansão dos negócios na região. “A gente faz de tudo pra fazer o melhor, pra colocar o Pará na vanguarda da produção industrial, então essas concessões dadas pelo Governo é um fator preponderante para a nossa competitividade, pois permite que a gente reinvista esse recurso na melhoria da indústria, gerando mais empregos, gerando mais renda e fazendo circular mais dinheiro no estado, inclusive, indiretamente, contribuindo com a arrecadação de impostos”, destaca o empresário.

O ‘Na Fábrica’ iniciou em 2020 e, de lá pra cá, já atendeu diversas indústrias, de variados segmentos e regiões do Estado. A iniciativa consiste em visitas às unidades fabris, com a intenção de conhecer e entender a estrutura produtiva e de competitividade de cada uma. A partir daí inicia-se um canal de relacionamento para que as ações de políticas públicas sejam efetivadas na região. “As inovações nessa indústria já são resultado do programa, a partir dos incentivos fiscais fornecidas pelo Governo do Estado. O mais importante é a gente vê que todo o maquinário da empresa é desenvolvido pela própria empresa, o que ajuda a fomentar a geração de emprego e renda para o Estado”, diz Carlos Ledo, Secretário Adjunto da Sedeme.

“A cada nova edição do Projeto ‘Na Fábrica’, confirmamos ainda mais a importância dessa iniciativa, que estreita os laços entre empresários e o governo estadual. Isso fortalece o Sistema FIEPA na defesa do setor e na proposição de políticas públicas alinhadas às necessidades reais. A inovação tecnológica apresentada hoje na Palamaz demonstra que, com apoio, nossas empresas são competitivas”, conclui José Maria Mendonça, presidente do Conselho de Infraestrutura da FIEPA.

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Resultado das exportações no Pará em 2023 https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/01/30/resultado-das-exportacoes-no-para-em-2023/ Tue, 30 Jan 2024 18:50:40 +0000 https://app-portal-observatorio.azurewebsites.net/?p=13185

Em 2023 o Estado do Pará exportou um valor acumulado de US$ 22.258.128.915 bilhões, fechando o período com uma variação positiva de 3,45% em relação ao ano anterior. Ao todo, foram exportadas 179 milhões de toneladas. Foi o maior exportador da Região Norte e segundo maior da Amazônia Legal. No ranking nacional, o Estado ficou na terceira colocação em saldo, com US$ 20.345.715.389 bilhões, atrás dos Estados de Mato Grosso e Minas Gerais, e manteve a sétima posição em valor exportado. Nas importações ficou na 17ª posição no país, com um valor de US$ 1.912.413.526 bilhões, 3.693.086 milhões de toneladas e queda de -30,19%. Os dados são do Ministério de Estado do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, analisados e divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/FIEPA).

De acordo com a coordenadora do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/FIEPA), com base nos resultados apresentados durante todo o ano, o consolidado de 2023 demonstrou uma recuperação da balança no período. “Foi um período difícil para o comércio exterior em função de diversos fatores, entre os quais o de que o mundo ainda sente alguns reflexos da pandemia, no qual os países se voltaram mais para o seu mercado interno, valorizando seus produtos nacionais. Além disso, tivemos a crise interna no setor imobiliário pela qual passou a China, que é o nosso principal hoje comprador Internacional; além do cenário de guerra que gera incertezas e impacta negativamente a relação comercial entre os países. Apesar desses problemas, o Estado conseguiu fechar o ano com um resultado positivo, ainda que com uma margem pequena, nos surpreendendo positivamente”, afirma Lobato.

Mineração – No período, o setor mineral manteve 84% de participação nas exportações paraenses. Os destaques foram para o minério de ferro, que exportou mais de US$ 12.9 bilhões, apresentando uma variação positiva de 1,45% e mais de 161 milhões de toneladas que tiveram como principal destino a China; e o cobre que exportou mais US$ 2.452 bilhões e teve um crescimento de 41,15%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, tendo como principal comprador a Alemanha.

Além da mineração, os outros produtos que fecharam em alta em 2023 foram a soja, que exportou US$ 1.657.078.513 bilhão, com 3.198.506 toneladas vendidas principalmente para a China, com um crescimento de 18,55% no período; o palmito, que apresentou uma variação positiva de 4,59%, com um volume de US$ 739.406 mil exportados principalmente para os Estados Unidos; e as sementes de gergelim, que apresentaram um crescimento de 355,28%, com um valor exportado de US$ 59.876.121 milhões, tendo como principal destino a Índia.

Para o presidente da FIEPA, Alex Carvalho, apesar dos números positivos na exportação, os resultados poderiam ser potencializados com uma maior verticalização da produção e por meio de investimentos em infraestrutura, pesquisa, inovação e qualificação de mão de obra. “Entendemos que os resultados das exportações são positivos e trazem divisas importantes para o nosso Estado. Entretanto, do ponto de vista do setor industrial, não poderíamos deixar de lamentar o fato de que a economia paraense ainda é composta, quase que unicamente, pela venda de commodities, que são produtos de baixo valor agregado para o mercado internacional. São riquezas naturais do nosso Estado que poderiam estar sendo transformadas em bens de consumo com retornos altamente relevantes para a nossa economia. Como temos dito sempre, precisamos urgentemente avançar na melhoria da infraestrutura do nosso Estado, encampando outras políticas públicas, a começar pela regularização fundiária, que o tornem mais atrativo para a implantação de novas indústrias e que propiciem a verticalização da produção local, ampliando a oferta de produtos com melhor valor agregado e internalizando mais as nossas riquezas”, analisa Carvalho

“Verticalizar a produção é extremante importante e isso passa pela necessidade de termos uma indústria fortalecida, inovadora e em harmonia com o meio ambiente. Então, essa também é uma oportunidade para introduzirmos em nossos processos fabris conceitos como o da bioeconomia, para que possamos aproveitar todo o potencial natural existente na região, de forma responsável e sustentável, e levar aos territórios mais desenvolvimento, por meio de emprego, renda ou de parcerias que propiciem os aportes necessários para áreas prioritárias como saneamento básico, saúde e educação na região avalia o presidente da FIEPA.

Principais destinos – Os principais destinos das exportações do Pará, de janeiro a dezembro de 2023, foram a Ásia, União Europeia, América do Norte e Oriente Médio, com um volume de negócios de mais de US$ 20 bilhões. Da Ásia, o país que mais comprou do Pará está a China, com US$ 11.186.158.808 bilhões; do bloco da União Europeia, a Alemanha apresentou um acumulado de US$ 683.867.135 milhões; da América do Norte, os Estados Unidos importaram US$ 794.682.482 milhões; e do Oriente Médio, Omã foi responsável por US$ 273.578.668 milhões.

No cenário nacional, impulsionadas pelo setor mineral, as cidades paraenses que mais exportaram foram Parauapebas, com US$ 6.750 bilhões, e Canaã dos Carajás, com US$ 6.400 bilhões, ficando atrás apenas das cidades do Rio de Janeiro (RJ), Duque de Caxias (RJ) e Paranaguá (PR). Além destas, também aparecem Barcarena (US$ 2.680 bilhões), Marabá (US$ 2.109 bilhões) e Paragominas (US$ 749 milhões). A capital Belém ficou em 12º lugar no ranking Brasil, com US$ 206.364.348 milhões, no seu valor total exportado no período de janeiro a dezembro de 2023.

No consolidado do ano, fecharam em baixa a madeira, com -39,39% e US$ 212.858.782 milhões exportados; os sucos de Frutas, com -1,14 % e US$ 73.287.463 milhões exportados; os peixes, com US$ 69.286.633 milhões exportados e queda de -11,49%. Outro produto que registou baixa foi a carne de bovinos, com -22,09% no período, e valor exportado de US$ 505.792.914 milhões.

Para Daniel Freire, vice-presidente executivo da FIEPA e presidente do Sindicato da Carne e Derivados do Estado do Pará (Sindicarne), o resultado acompanhou a queda do preço da arroba do boi, aliada às variações que a commodity carne costuma apresentar no mercado internacional. “Além disso, tivemos também o autoembargo da nossa carne à China quando deixamos de embarcar carne para lá no primeiro trimestre. Apesar da variação de preços dessa commodity, existem mercados mais atrativos do que outros, então para blindar o setor das grandes oscilações, precisamos acessar o maior número de países possíveis para a carne do estado, assinando protocolos sanitários de formas a liberar essa exportação, esse é o nosso foco e temos contado com o forte apoio do governo do estado já que a indústria paraense é umas das mais modernas do país, com os mais altos níveis de processo sanitário e seguindo os mais exigentes critérios socioambientais”, analisa Freire.

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