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Saúde – Observatório FIEPA https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net Tue, 10 Mar 2026 11:50:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 BNDES amplia apoio à inovação para as regiões Norte e Nordeste. https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/06/18/bndes-amplia-apoio-a-inovacao-para-as-regioes-norte-e-nordeste/ Tue, 18 Jun 2024 17:05:56 +0000 https://observatorio.fiepa.org.br/?p=13320

Em carta endereçada ao presidente da FIEPA, Alex Carvalho, o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), José Luís Gordon, anunciou que o banco vai ampliar o seu apoio à inovação nas regiões Norte e Nordeste. Para isso, aprovou em maio deste ano a redução de R$ 20 milhões para R$ 10 milhões no limite mínimo de financiamento em operações diretas no âmbito do Programa BNDES Mais Inovação, para empresas das duas regiões.

O Plano Mais Inovação, operado pelo BNDES, faz parte do Plano Mais Produção, braço de financiamento do Nova Indústria Brasil, que tem a inovação como um pilar fundamental da neoindustrialização brasileira. Desde que foi lançado, em setembro do ano passado, o Mais Inovação já aprovou financiamentos no valor de R$ 53 bilhões em 270 operações. Seu objetivo é apoiar a implantação de investimentos e projetos voltados para inovação e digitalização, operando financiamentos com custo financeiro pela Taxa Referencial (TR), conforme aprovado pela lei nº 14.592 de 30 de maio de 2023.

Os projetos aprovados contemplam diferentes segmentos da indústria, como projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) e plantas pioneiras, alinhados às missões da Nova Política Industrial brasileira. Entre eles, estão iniciativas de empresas de diferentes setores de alta tecnologia, como semicondutores, telecomunicações, saúde, mobilidade, biocombustíveis, equipamentos e motores elétricos.

Mais informações no link: https://bit.ly/programa_bnds

Informações repassadas pelo BNDES.

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Resultado das exportações no Pará em 2023 https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2024/01/30/resultado-das-exportacoes-no-para-em-2023/ Tue, 30 Jan 2024 18:50:40 +0000 https://app-portal-observatorio.azurewebsites.net/?p=13185

Em 2023 o Estado do Pará exportou um valor acumulado de US$ 22.258.128.915 bilhões, fechando o período com uma variação positiva de 3,45% em relação ao ano anterior. Ao todo, foram exportadas 179 milhões de toneladas. Foi o maior exportador da Região Norte e segundo maior da Amazônia Legal. No ranking nacional, o Estado ficou na terceira colocação em saldo, com US$ 20.345.715.389 bilhões, atrás dos Estados de Mato Grosso e Minas Gerais, e manteve a sétima posição em valor exportado. Nas importações ficou na 17ª posição no país, com um valor de US$ 1.912.413.526 bilhões, 3.693.086 milhões de toneladas e queda de -30,19%. Os dados são do Ministério de Estado do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, analisados e divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/FIEPA).

De acordo com a coordenadora do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/FIEPA), com base nos resultados apresentados durante todo o ano, o consolidado de 2023 demonstrou uma recuperação da balança no período. “Foi um período difícil para o comércio exterior em função de diversos fatores, entre os quais o de que o mundo ainda sente alguns reflexos da pandemia, no qual os países se voltaram mais para o seu mercado interno, valorizando seus produtos nacionais. Além disso, tivemos a crise interna no setor imobiliário pela qual passou a China, que é o nosso principal hoje comprador Internacional; além do cenário de guerra que gera incertezas e impacta negativamente a relação comercial entre os países. Apesar desses problemas, o Estado conseguiu fechar o ano com um resultado positivo, ainda que com uma margem pequena, nos surpreendendo positivamente”, afirma Lobato.

Mineração – No período, o setor mineral manteve 84% de participação nas exportações paraenses. Os destaques foram para o minério de ferro, que exportou mais de US$ 12.9 bilhões, apresentando uma variação positiva de 1,45% e mais de 161 milhões de toneladas que tiveram como principal destino a China; e o cobre que exportou mais US$ 2.452 bilhões e teve um crescimento de 41,15%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, tendo como principal comprador a Alemanha.

Além da mineração, os outros produtos que fecharam em alta em 2023 foram a soja, que exportou US$ 1.657.078.513 bilhão, com 3.198.506 toneladas vendidas principalmente para a China, com um crescimento de 18,55% no período; o palmito, que apresentou uma variação positiva de 4,59%, com um volume de US$ 739.406 mil exportados principalmente para os Estados Unidos; e as sementes de gergelim, que apresentaram um crescimento de 355,28%, com um valor exportado de US$ 59.876.121 milhões, tendo como principal destino a Índia.

Para o presidente da FIEPA, Alex Carvalho, apesar dos números positivos na exportação, os resultados poderiam ser potencializados com uma maior verticalização da produção e por meio de investimentos em infraestrutura, pesquisa, inovação e qualificação de mão de obra. “Entendemos que os resultados das exportações são positivos e trazem divisas importantes para o nosso Estado. Entretanto, do ponto de vista do setor industrial, não poderíamos deixar de lamentar o fato de que a economia paraense ainda é composta, quase que unicamente, pela venda de commodities, que são produtos de baixo valor agregado para o mercado internacional. São riquezas naturais do nosso Estado que poderiam estar sendo transformadas em bens de consumo com retornos altamente relevantes para a nossa economia. Como temos dito sempre, precisamos urgentemente avançar na melhoria da infraestrutura do nosso Estado, encampando outras políticas públicas, a começar pela regularização fundiária, que o tornem mais atrativo para a implantação de novas indústrias e que propiciem a verticalização da produção local, ampliando a oferta de produtos com melhor valor agregado e internalizando mais as nossas riquezas”, analisa Carvalho

“Verticalizar a produção é extremante importante e isso passa pela necessidade de termos uma indústria fortalecida, inovadora e em harmonia com o meio ambiente. Então, essa também é uma oportunidade para introduzirmos em nossos processos fabris conceitos como o da bioeconomia, para que possamos aproveitar todo o potencial natural existente na região, de forma responsável e sustentável, e levar aos territórios mais desenvolvimento, por meio de emprego, renda ou de parcerias que propiciem os aportes necessários para áreas prioritárias como saneamento básico, saúde e educação na região avalia o presidente da FIEPA.

Principais destinos – Os principais destinos das exportações do Pará, de janeiro a dezembro de 2023, foram a Ásia, União Europeia, América do Norte e Oriente Médio, com um volume de negócios de mais de US$ 20 bilhões. Da Ásia, o país que mais comprou do Pará está a China, com US$ 11.186.158.808 bilhões; do bloco da União Europeia, a Alemanha apresentou um acumulado de US$ 683.867.135 milhões; da América do Norte, os Estados Unidos importaram US$ 794.682.482 milhões; e do Oriente Médio, Omã foi responsável por US$ 273.578.668 milhões.

No cenário nacional, impulsionadas pelo setor mineral, as cidades paraenses que mais exportaram foram Parauapebas, com US$ 6.750 bilhões, e Canaã dos Carajás, com US$ 6.400 bilhões, ficando atrás apenas das cidades do Rio de Janeiro (RJ), Duque de Caxias (RJ) e Paranaguá (PR). Além destas, também aparecem Barcarena (US$ 2.680 bilhões), Marabá (US$ 2.109 bilhões) e Paragominas (US$ 749 milhões). A capital Belém ficou em 12º lugar no ranking Brasil, com US$ 206.364.348 milhões, no seu valor total exportado no período de janeiro a dezembro de 2023.

No consolidado do ano, fecharam em baixa a madeira, com -39,39% e US$ 212.858.782 milhões exportados; os sucos de Frutas, com -1,14 % e US$ 73.287.463 milhões exportados; os peixes, com US$ 69.286.633 milhões exportados e queda de -11,49%. Outro produto que registou baixa foi a carne de bovinos, com -22,09% no período, e valor exportado de US$ 505.792.914 milhões.

Para Daniel Freire, vice-presidente executivo da FIEPA e presidente do Sindicato da Carne e Derivados do Estado do Pará (Sindicarne), o resultado acompanhou a queda do preço da arroba do boi, aliada às variações que a commodity carne costuma apresentar no mercado internacional. “Além disso, tivemos também o autoembargo da nossa carne à China quando deixamos de embarcar carne para lá no primeiro trimestre. Apesar da variação de preços dessa commodity, existem mercados mais atrativos do que outros, então para blindar o setor das grandes oscilações, precisamos acessar o maior número de países possíveis para a carne do estado, assinando protocolos sanitários de formas a liberar essa exportação, esse é o nosso foco e temos contado com o forte apoio do governo do estado já que a indústria paraense é umas das mais modernas do país, com os mais altos níveis de processo sanitário e seguindo os mais exigentes critérios socioambientais”, analisa Freire.

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Indústrias do Pará investem e mostram força https://app-portal-observatorio-hml.azurewebsites.net/2023/06/27/industrias-do-para-investem-e-mostram-forca/ Tue, 27 Jun 2023 18:56:28 +0000 https://app-portal-observatorio.azurewebsites.net/?p=9454

Crescimento da indústria impacta positivamente a sociedade

Notável nos setores de mineração, pecuária, energia, madeira e móveis, frutas e muitos outros, o Pará vai além de uma terra de possibilidades: é um local de realizações, onde indústrias crescem e ajudam a sustentar o desenvolvimento econômico e social. De acordo com a pesquisa Perfil da Indústria, publicada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor é responsável por 1/3 do Produto Interno Bruto do Pará. Essa participação no PIB estadual cresceu 11,3% entre 2009 e 2019, período analisado na pesquisa.

Com este crescimento, a sociedade ganha de diversas formas, conforme destaca o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará, José Conrado Santos. “A indústria é importante para a sociedade em geral, uma vez que produz praticamente tudo o que utilizamos no nosso dia a dia, como alimentos, bebidas, vestuário, móveis, eletrônicos, eletrodomésticos, carros, barcos, aviões, casas, prédios e uma infinidade de outros produtos. Além disso, o setor é responsável pela geração de empregos, renda e pela contribuição na arrecadação de impostos”, diz.

 

Mesmo com as dificuldades da pandemia – que, de acordo com José Conrado Santos, afetou negativamente 90% das indústrias do Pará – houve espaço para crescimento de empresas de todos os tamanhos no estado.

A FORÇA DAS PEQUENAS EMPRESAS

Segundo o Perfil da Indústria CNI, do total de indústrias no Pará, 91,7% são micro e pequenas empresas. Juntas, elas correspondem a 1/4 dos 179 mil empregos gerados por indústrias no estado. A Perfini Móveis é uma delas. Há 30 anos no mercado de madeira e móveis, a empresa possui capacidade produtiva de 10m³ de madeira ao mês, 12 trabalhadores diretos, uma fábrica de 4.300m² no Distrito Industrial de Icoaraci e uma loja própria no centro de Belém.

“Produzimos móveis de estilo contemporâneo de alto padrão, principalmente em madeira, com destaque para mesas de jantar. Atendemos Belém do Pará por meio da loja física, e on-line outras cidades do Brasil”, relata o sócio e diretor industrial da Perfini Móveis, Fernando Guimarães. As peças fabricadas pela empresa utilizam madeira oriunda de manejo florestal, que garante o uso sustentável de recursos naturais e a floresta em pé.

As peças fabricadas pela empresa utilizam madeira oriunda de manejo florestal, que garante o uso sustentável de recursos naturais e a floresta em pé.

Mesmo durante a pandemia, a empresa manteve seu quadro de colaboradores e realizou investimentos para crescer. “Lançamos novos produtos que atenderam e atendem o usuário durante e após a pandemia, pois as pessoas redescobriram que o lar é o local mais importante para melhor qualidade de vida. Fizemos investimentos em maquinário com alta tecnologia para melhorar e aumentar a produção com uma expectativa de crescimento de 5% em 2022. E, consequentemente, mais vagas serão ofertadas ao mercado de trabalho”, afirma Fernando Guimarães, sócio e diretor industrial da Perfini Móveis.

TECNOLOGIA, PRODUTIVIDADE E CRESCIMENTO

Localizado em Inhangapi, o grupo empresarial Cerâmica Vermelha produz 44 modelos de tijolos para construções de alvenaria estrutural e racionalizada. Com mais de 20 anos, a empresa possui 130 trabalhadores diretos e capacidade produtiva de 4.000 toneladas por mês, abastecendo compradores do Pará e parte do Maranhão.

Em 2022, a Cerâmica Vermelha concluiu um projeto de modernização de seu parque industrial, com novos equipamentos alinhados ao conceito de Indústria 4.0. “Substituímos fornos antigos por um equipamento moderno, totalmente informatizado e automatizado. Ele faz a queima do produto automaticamente, eliminando qualquer risco de falha humana”, relata Rivanildo Hardman, proprietário da empresa.

Além da etapa de queima, o grupo também investiu em automação da carga e descarga com braços robóticos, além da automação da alimentação dos fornos com madeira picada de resíduos de serrarias. As melhorias aceleraram o tempo de produção dos blocos cerâmicos e elevaram a qualidade. “O ganho de produtividade é de 30% e de eficiência é 80%. Antigamente, nós trabalhávamos com secagem e transporte, que durava de 10 a 12 dias, de acordo com a velocidade da fábrica. Hoje, o tempo total de produção caiu para 72 horas”, explica Hardman.

Junto com a indústria, as pessoas também crescem. Nadilson Teixeira Silva atua há 10 anos na Cerâmica Vermelha como auxiliar administrativo. Nesse tempo, ele observou vários momentos de evolução da empresa. “Quando eu cheguei, a Cerâmica Vermelha estava se organizando para sair de uma olaria para uma indústria. Agora, ela está se transformando, novamente, para Indústria 4.0, e junto com isso vem também um investimento em capacitação, para que os colaboradores que já estão com a gente também entrem nessa mentalidade do 4.0, especializados e capacitados para lidar com as máquinas”, observa o profissional.

Além dos aprendizados técnicos na área de vendas, Nadilson também obteve conquistas pessoais a partir da experiência na indústria. “Cheguei aqui sem nada e hoje tenho o sustento da minha família, um apartamento, um veículo, tudo isso foi conquistado aqui. Também é uma realização profissional para mim, pois tenho um bom ambiente de trabalho, com liberdade para me expressar”, diz o auxiliar administrativo

DO PARÁ PARA O MUNDO

Produzindo há mais de 20 anos em Barcarena, no Pará, o Grupo Alubar é líder de mercado na produção de cabos elétricos de alumínio da América Latina e o maior fabricante de vergalhões de alumínio do continente americano. Em seus primeiros anos, a empresa fabricava apenas os vergalhões. Com o tempo, expandiu sua capacidade produtiva e portfólio de produtos a partir do Pará, oferecendo soluções ao setor elétrico com clientes em todas as regiões do Brasil.

Hoje, a empresa possui fábricas no Rio Grande do Sul, no Canadá e nos Estados Unidos, além de um escritório de gestão global em São Paulo. Contudo, a planta de Barcarena continua sendo a maior unidade em capacidade produtiva e número de pessoas, com alta relevância para a estratégia global do Grupo.

“Temos cerca de 1000 colaboradores diretos em Barcarena, sendo mais de 90% deles oriundos da própria região. Esta unidade é especial para nós não apenas pela estrutura e história que carrega, mas também por concentrar profissionais de grande conhecimento técnico, que compartilham suas experiências com as plantas mais recentes do Grupo”, afirma Maurício Gouvea, Diretor Executivo da Alubar.

A fábrica do Pará recebeu em 2021 um investimento que triplicou a capacidade de produção dos cabos elétricos para o mercado de distribuição e energia renovável. “Observamos uma forte tendência de crescimento nesses mercados no Brasil nos próximos anos e Barcarena é muito relevante para o que planejamos para o futuro do Grupo Alubar”, destaca Maurício Gouvea, Diretor Executivo da empresa.

OPORTUNIDADES E ENTRAVES

A indústria paraense continuará mostrando sua força ao longo desta década. De acordo com a REDES, iniciativa do Sistema FIEPA, até 2026 o estado deverá receber R$ 31,6 bilhões em investimentos nas áreas de infraestrutura, logística, energia e mineração – o que trará novas oportunidades para toda a cadeia de fornecimento.

Para o presidente da FIEPA, José Conrado Santos, apesar das oportunidades, há pontos no ambiente de negócios do Pará que devem ser levados em consideração. “O nosso setor produtivo enfrenta cotidianamente diversos desafios que comprometem o seu desenvolvimento, e podemos citar alguns, como a falta de investimentos em infraestrutura, o confuso e burocrático sistema tributário brasileiro, a demora na concessão de licenciamentos ambientais, a competição com produtos de fora e a dificuldade de acesso a crédito para novos investimentos”, explica.

Nesse cenário, o Sistema FIEPA promove diversas ações junto às esferas governamentais para apoiar na defesa dos interesses das indústrias do Estado. Também oferta soluções para o desenvolvimento dos negócios da região, por meio de treinamentos; consultorias empresariais; gestão da inovação; pesquisas e sondagens; recrutamento e seleção para estágio e emprego; esporte, cultura e lazer; saúde e segurança do trabalhador da indústria e educação profissional, regular e de jovens e adultos.

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